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Por polêmica de biografias, ex de Caetano bate-boca com jornalista

9 out 2013
15h07
atualizado às 15h22
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<p>Paula e Mônica trocaram farpas via Twitter</p>
Paula e Mônica trocaram farpas via Twitter
Foto: Twitter / Reprodução

A produtora e atriz Paula Lavigne e a jornalista Mônica Bergamo discutiram nesta quarta-feira (9) via Twitter por causa de uma reportagem da Folha de S.Paulo, publicada no dia 5, sobre biografias não autorizadas. Mônica, colunista da publicação, acusou Paula de ter tentado ler a matéria antes de a mesma ser noticiada. “@PaulaLavigne tentou ler matéria da Folha antes de publicação. Solicitação foi negada". 

Entre várias outras trocas de farpas, Lavigne ofendeu Monica eu um post. "Deixa de ser chata e recalcada. Você nao tem mais o que fazer nao! Mulher encalhada é foda". 

Paula, ex-mulher de Caetano Veloso, é presidente da diretoria do grupo Procure Saber, que é contrário à publicação de biografias não autorizadas, e é formado por Veloso, Chico Buarque, Milton Nascimento, Gilberto Gil, Djavan e Erasmo Carlos.

A matéria da Folha mostrou também o outro lado da discussão sobre as biografias citando a Anel (Associação Nacional dos Editores de Livros), que move no Supremo Tribunal Federal uma Ação Direta de Inconstitucionalidade questionando os dois artigos do Código Civil que impedem a publicação sem a anuência prévia dos biografados ou de seus herdeiros. Para a entidade, as normas atuais violam a liberdade de expressão e o direito à informação.

Na coluna Painel ao Leitor de ontem, Paula critica a entrevista que concedeu: “a reportagem 'Gil e Caetano se juntam a Roberto contra biografias' ("Ilustrada", 5/10) informou que a Associação Procure Saber deseja manter a exigência de autorização prévia para biografias. Tal informação está equivocada, e não foi o que eu, como presidente da Procure Saber, informei à repórter Juliana Gragnani. Em entrevista, esclareci que não se tratava de ser a favor de autorização prévia. Expliquei longamente a posição da associação. Em e-mail, a advogada da Procure Saber ainda informou: 'vamos esclarecer, para não deixar dúvidas: a Associação Procure Saber não apoia exigência de autorização; o que essa associação propõe é que direitos e obrigações sejam equânimes, e que não haja abusos à guisa de proteger direitos que não estão sendo violados. É muito complicado reduzir toda a questão a um equivocado 'apoio à exigência de autorização'". Essa foi a minha manifestação, e a reportagem distorceu a posição da Associação".

A jornalista citada rebateu a afirmação da artista: "na entrevista concedida por e-mail, Paula Lavigne escreveu o seguinte, sem cortes: 'nosso grupo é contra a comercialização de uma biografia não autorizada'. O posicionamento foi reiterado por telefone. Por mensagem, a assessoria do músico Gilberto Gil também confirmou: 'Gil é a favor de se respeitar a lei brasileira que exige que o biografado seja consultado e autorize ou não a biografia'". 

No Twitter, Mônica Bergamo, colunista da publicação, criticou uma atitude de Paula. “@PaulaLavigne tentou ler matéria da Folha antes de publicação. Solicitação foi negada pela repórter Juliana Gragnani”. E depois completou: "hj @PaulaLavigne critica reportagem sobre biografias não autorizadas”, disse postando a matéria. 

Paula Lavigne se manifestou mais uma vez. “Botem a fita da minha entrevista dada a Juliana na internet! Vao censurar a fita? Já pedi isso? Vao censurar a fita?”.

Os seguidores das duas comentaram e questionaram o assunto e a produtora se irritou. “Gente, vou sair desse twiter. Está muita baixaria! Não dá para aguentar @monicabergamo levando a sério os retwiters! Francamente".

A troca de farpas entre elas não parou por aí: "eu tenho q trabalhar. @monicabergamo ganha para encher o saco das pessoas. Eu nao. Tw ñ paga as minhas contas. Estou indo! Vamos elevar o astral", encerrou Lavigne. 

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Fonte: Terra
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