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 Imperatriz leva medicina e Doutores da Alegria para Sapucaí
06 de março de 2011 22h40 atualizado em 07 de março de 2011 às 15h46

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Imperatriz Leopoldinense entra na avenida contando a história da Medicina e empolga o público. Foto: EFE

Imperatriz foi a segunda escola a desfilar no Carnaval 2011 do Rio de Janeiro
Foto: EFE

A Imperatriz adverte: sambar faz bem à saúde. Esse é o enredo que a Imperatriz Leopoldinense levou para a Marquês de Sapucaí no primeiro dia de desfiles no Rio de Janeiro. Com a justificativa de que o samba faz bem a saúde, a escola fala da medicina e tem, em sua comissão de frente, pacientes, camas e os Doutores da Alegria.

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No carro abre-alas, Zezé Motta, como destaque, representou a África. Essa alegoria, momentos antes do início do desfile, passou por um aparente princípio de incêncio, mas nada que teria afetado sua participação no Carnaval. Nela, chifres de antílopes formavam a coroa símbolo da escola.

A ala das baianas, chamada "Os Banhos e as Poções para Relaxar", estava fantasiada com as cores azul, salmão e dourado. Já os integrantes da bateria, vestiram fantasias roxas e máscaras, fazendo referência aos alquimistas. Dentre os instrumentos, somente um prato e um reco-reco compunham a percussão. Uma composição de berimbaus garantiu a novidade deste ano.

Luiza Brunet, rainha da bateria, acompanhou os percussionistas durante todo o desfile. Vestindo muitas cores, ela passou pela Sapucaí usando um vestido decorado com milhares de pedras Swarovski.

Quarto carro alegórico, intitulado "Sombra Medieval", trouxe um grande boneco deitado em uma maca, que levantava e deitava, mostrando o corpo humano. O "Medicina Moderna" mostrou ratos sambistas, uma grande vaca-louca, mosquitos da dengue e a gripe suína.

Sétima e última alegoria, "O Remédio Para Curar Minha Dor", ressalta que festa e alegria são os melhores remédios para a cura. No carro de som, o intérprete Dominguinhos do Estácio completou 40 anos de Carnaval. Comemoração essa que se juntou ao aniversário da escola que, no domingo (6), comemorou 52 anos de idade.

Aos 80 minutos - e dentro do limite de tempo -, a Imperatriz Leopoldinense concluiu sua passagem pela Marquês de Sapucaí. O aparente princípio de incêncio no carro abre-alas não prejudicou em nada o desfile e a escola evoluiu sem problemas.

Histórico
O Grêmio Recreativo Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense foi fundado em 6 de março de 1959 na Zona Leopoldina, altura do Recreio dos Bandeirantes no Rio, lugar que há 50 anos não existia Carnaval. Eram frequentadores e integrantes da escola, personalidades da mais alta estirpe musical da cidade, contando com Armando Marçal, Pixinguinha, Villa-Lobos, Heitor dos Prazeres, Bidê (Alcebíades Barcelos), Mano Décio da Viola e outros mais.

Ficha técnica
Presidente: Luiz Pacheco Drumond
Carnavalesco: Max Lopes
1º casal de mestre-sala e porta-bandeira: Phelipe Lemos e Rafaela Teodoro
Intérprete do samba: Dominguinhos do Estácio
Rainha da Bateria: Luiza Brunet
Cores: Verde e branco

Terra
  1. Imperatriz Leopoldinense entra na avenida contando a história da Medicina e empolga o público

    Foto: EFE

  2. Comissão de frente da Imperatriz Leopoldinense traz bailarinos vestidos de pacientes e médicos

    Foto: EFE

  3. Médicos da comissão de frente são os "doutores da alegria"

    Foto: EFE

  4. Rainha da bateria da Imperatriz Leopoldinense, Luiza Brunet é assediada na Sapucaí

    Foto: Ide Gomes/Futura Press

  5. Luiza Brunet prepara a filha Yasmin para ser a nova rainha de bateria da escola, já que pretende se aposentar no próximo ano

    Foto: EFE

  6. Primeira ala coreografada mostram os xamãs africanos

    Foto: EFE

  7. Segunda alegoria da Imperatriz traz um enorme monstro verde com mais de 10 m de altura, representando as pragas no Antigo Egito

    Foto: Ide Gomes/Futura Press

  8. Luiza Brunet é rainha de bateria da escola há 27 anos

    Foto: Getty Images

  9. Zeze Motta, representando a África, é o destaque do primeiro carro alegórico da Imperatriz

    Foto: EFE

  10. Primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira representa a magia da mãe África e o curandeiro

    Foto: EFE

  11. Escola traz o início da Medicina nos começo do desfile

    Foto: EFE

  12. Destaque da escola embeleza desfile na Sapucaí

    Foto: EFE

  13. Luiza Brunet entra na avenida à frente da bateria da Imperatriz pela última vez

    Foto: Getty Images

  14. Luiza Brunet mostra a boa forma ao cair no samba na Sapucaí

    Foto: Getty Images

  15. Desfile acontece no dia em que ela faz 52 anos

    Foto: Getty Images

  16. Luiza entrou na avenida com um vestido vermelho curto

    Foto: Getty Images

  17. Desfile da escola mostrou a história da medicina

    Foto: EFE

  18. Fantasias e alegorias da Imperatriz Leopoldinense agradarm o público

    Foto: EFE

  19. Quarto carro alegórico, intitulado 'Sumbra Medieval', trouxe um grande boneco deitado em uma maca, que levantava e deitava, mostrando o corpo humano

    Foto: EFE

  20. Alegorias agradaram o público na avenida

    Foto: EFE

  21. Porta-bandeira encantou o público

    Foto: EFE

  22. Integrantes da Imperatriz Leopoldinense brilham na Avenida

    Foto: EFE

  23. Desfile que contou a história da medicina teve muita cor e brilho

    Foto: EFE

  24. Integrantes caíram no samba na avenida

    Foto: EFE

  25. Escola levou sete alegorias à avenida

    Foto: EFE

  26. No carro abre-alas, Zezé Motta, como destaque, representou a África

    Foto: EFE

  27. Luíza passou pela Sapucaí usando um vestido decorado com milhares de pedras swarovski

    Foto: EFE

  28. Escola entrou na avenida com o enredo A Imperatriz adverte: sambar faz bem à saúde

    Foto: EFE

  29. Luiza Brunet acompanhou bateria durante todo o desfile

    Foto: EFE

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