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Secretário quer diminuir escolas em grupo de acesso no Rio

18 fev 2013
21h57
atualizado às 22h27
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<p>Prefeitura projeta série de acesso com menos escolas do que atuais 16</p>
Prefeitura projeta série de acesso com menos escolas do que atuais 16
Foto: Dhavid Normando / Futura Press

O novo grupo de acesso do Carnaval carioca, a série A, foi um sucesso de público no Sambódromo e de audiência na televisão, mas vai ter ajustes. O secretário de Turismo do Rio, Antonio Pedro Figueira de Melo, disse durante entrevista coletiva de balanço do Carnaval que o número ideal de escolas na sexta e no sábado de Carnaval é de 14. “Mas vamos deixar as escolas se ajeitarem primeiro. Não vamos sair eliminando e rebaixando escolas de qualquer jeito”, disse, admitindo que nove escolas no primeiro dia e dez no segundo foram cansativos demais, tanto para quem foi ao Sambódromo quanto para quem ficou em casa. “Muita gente chegou ao Sambódromo por volta da meia noite porque saberia que a noite seria longa” explicou.

Em 2014 apenas 16 escolas vão desfilar na série A: oito em cada dia. Inocentes de Belford Roxo, rebaixada do grupo especial e Em Cima da Hora, campeã do grupo B, se juntam às outras 14 escolas remanescentes deste ano. Desceram para o grupo B: Sereno de Campo Grande, Unidos do Jacarezinho e Unidos de Vila Santa Tereza. Antonio Pedro deve decidir com a Lierj (Liga das Escolas de Samba do Rio de Janeiro, que cuida do grupo A) um novo acerto no número de escolas para 2015. “O número de escolas do especial, doze, é ideal. Mas para o acesso, 14 também é um bom número” disse. Lembrando que as escolas do grupo especial tem 82 minutos para desfilar e precisam passar com oito carros alegóricos na avenida, enquanto no acesso esse tempo cai para 55 minutos e apenas quatro carros alegóricos.

Um grande problema para a prefeitura este ano na Sapucaí foi o acesso à internet. O sistema 3G das operadoras colapsou e o projeto de Wi-Fi grátis implantado pelo governo do estado em 2010 foi abandonado e não funcionou. “A prefeitura está decidida a tomar para si o problema do Wi-Fi na Sapucaí para que as pessoas possam postar suas fotos nas redes sociais” disse Antonio Pedro, esquivando-se dos problemas de 3G e de telefonia. “Ninguém conseguia falar no telefone este ano na avenida. Isso é um problema das telefonias, mas vamos buscar soluções junto a elas também” afirmou o secretário.

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Fonte: Terra
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