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Especialista sustenta acreditar na inocência do médico de M. Jackson

31 out 2011
15h44
atualizado às 17h00

Apesar da insistência da acusação, o médico Paul White, especialista que foi escalado pela defesa como última testemunha no julgamento do Dr. Conrad Murray, sustentou nesta segunda-feira (31) sua crença no que o acusado pela morte de Michael Jackson afirma.

"Quando você leu o depoimento que o Dr. Murray fez à polícia, considerou tudo verdade?", indagou a acusação em um dos momentos mais tensos no tribunal, no qual o advogado atuante se mostrou em vários momentos impaciente com as respostas da testemunha. "Baseado em tudo aquilo que li e estudei sobre o caso, sim", respondeu White.

Um dos principais motivos para a impaciência da acusação foi uma carta entregue pelo médico a ambas as partes envolvidas no julgamento, na qual teria exposto sua opinião a respeito da medicação que matou o cantor em 2009, apontando como principal culpado por ela o próprio Jackson.

"Esse não é um documento formal, mas sim uma carta, escrita às pressas quando a defesa me solicitou para testemunhar sobre o uso do Propofol. Nela, escrevi minhas opiniões e meus pensamentos", completou.

White ainda afirmou acreditar que, apesar de os medicamentos terem sido regularmente aplicados no cantor por Murray, Jackson "com certeza tinha outras fontes para consegui-lo para se auto-medicar".

Dr. Conrad Murray, que está sendo julgado pela morte do astro pop Michael Jackson, morto em 2009
Dr. Conrad Murray, que está sendo julgado pela morte do astro pop Michael Jackson, morto em 2009
Foto: Reuters
Fonte: Terra
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