Ex-mulher diz que filhos não são de Michael Jackson

29 de junho de 2009 • 07h12 • atualizado às 07h12
Debbie Rowe é mãe de dois filhos de Michael Jackson Foto: Getty Images
Debbie Rowe é mãe de dois filhos de Michael Jackson
26 de junho de 2009
Foto: Getty Images

As dúvidas sobre o destino dos filhos e da herança de Michael Jackson aumentaram ainda mais neste doming (28), com as declaraçoes da enfermeira Debbie Rowe, segunda ex-mulher do cantor, de que os dois filhos mais velhos do casal teriam sido concebidos com sêmem de um doador anônimo, por inseminação artificial.

De acordo com o jornal britânico News of the World, a enfermeira, apesar da morte do astro, não tem intenção de disputar a guarda de Prince, 12 anos, e Paris, 11. O terceiro filho do cantor, Prince II, 7, foi gerado por uma mãe de aluguel cuja identidade nunca foi revelada.

Michael e Debbie se conheceram quando ela era recepcionista de uma clínica de dermatologia onde o artista se tratava. "Ele era divorciado, solitário e queria ter filhos. Eu disse a ele: 'vou gerar seus filhos'", teria dito ela, segundo o News of the World. "Fui paga para isso. Sei que nunca vou ver meus filhos novamente", resignou-se.

O rei do pop manifestava o desejo de que, caso morresse, seus três filhos ficassem com a babá que criou as crianças, Grace Rwaramba, 42, que já manifestou publicamente vontade de disputar a guarda dos herdeiros de Michael. Ontem, em entrevista a um jornal britânico, ela fez revelações sobre o drama que cercava a rotina do artista. Segundo Grace, o cantor era viciado em remédios, comia pouco e misturava medicamentos diferentes.

Ela disse que várias vezes foi preciso massagear o estômago do astro, causados pelo abuso na mistura dessas substâncias. Nos últimos dias de vida, Michael, com quem ela conviveu por 17 anos, andava "sujo e desleixado". Ela conta que foi demitida pelo astro vários vezes. Uma das demissões ocorreu quando a babá chamou Katherine e Janet - mãe e irmã de Michael - para ajudá-lo. Ele ficou muito bravo e gritava: "Você traiu minha confiança, você as chamou nas minhas costas".

O cardiologista Conrad Murray, que estava com Michael no momento da morte do popstar, declarou por meio de um porta-voz que "não é suspeito", após um interrogatório de três horas em Los Angeles. Segundo a nota, "os investigadores declararam que o médico não é um suspeito, mas uma testemunha desta tragédia". De acordo com a polícia, Murray "deu informações que vão ajudar nas investigações". O médico, que atendia o cantor havia três anos, estava sendo pago pela AEG Live, empresa organizadora da turnê de retorno.

A morte o pop star
Michael Jackson morreu, na tarde desta quinta-feira (25), após uma parada cardíaca. O cantor já estava em coma quando foi socorrido pelos paramédicos em sua casa, em Los Angeles. A morte do popstar foi confirmada pelo Instituto Médico Legal de Los Angeles, no início da noite de quinta, como infarto.

O cantor faria 51 anos em agosto e se preparava para uma turnê mundial que estava programada para iniciar-se no dia 13 de julho, em Londres. Há duas semanas, o tablóide The Sun divulgou que ele teria câncer de pele e estaria muito magro, insistindo em fazer apenas uma refeição por dia.

Jackson deixa três filhos, chamados Prince Michael I, Paris Michael e Prince Michael II.

O Dia - © Copyright Editora O Dia S.A. - Para reprodução deste conteúdo, contate a Agência O Dia.
 
Enviar para amigos
Fechar por:
Enviar para amigos
Fechar por:

Imprimir

Fechar
Mais vistos

Notícias

  1. Carregando...
leia mais notícias »