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Alessandra Negrini promete levantar 'Paraíso Tropical' com gêmeas

15 de abril de 2007 11h31 atualizado às 11h35

Alessandra Negrini vive as gêmeas Paula e Taís em  Paraíso Tropical. Foto: João Miguel Júnior/TV Globo/Divulgação

Alessandra Negrini vive as gêmeas Paula e Taís em Paraíso Tropical
Foto: João Miguel Júnior/TV Globo/Divulgação

O fascínio das gêmeas será testado mais uma vez. Em Paraíso Tropical, Alessandra Negrini, que já é vista com duas personalidades opostas, passará a "dividir cena" com ela mesma: é que, na sexta-feira, as irmãs Paula e Taís vão se reencontrar.

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Alessandra está gostando dessa dupla função, mas confessa que tem cortado um dobrado para viver duas em uma. "O ritmo é bastante intenso, essa é a única parte mais difícil, tem muito texto para decorar. Mas o trabalho em si é muito estimulante, um exercício para o ator dos mais desafiantes", diz.

Autor da novela junto com Gilberto Braga, Ricardo Linhares conta que procura proteger a atriz . "Na hora de criar as ações das personagens, há enorme preocupação da nossa parte em poupar Alessandra. Restringimos o número de cenários e externas em que ela aparece cada semana", explica.

As cenas do encontro das duas personagens ainda não foram gravadas e Alessandra está na expectativa. "Acho que vai ser, uau!, no mínimo, coisa de louco ficar falando comigo mesma", diverte-se.

As gêmeas de Paraíso fazem lembrar, de cara, as clássicas Ruth e Raquel, da novela Mulheres de Areia, que marcaram a carreira de Glória Pires e, na primeira versão, de Eva Wilma. Alessandra conta que assistiu à atuação de Glória Pires, sem jamais imaginar que um dia estaria na mesma situação. "Isso nunca passou pela minha cabeça", conta.

Outros atores também passaram pelo mesmo sufoco, como Murilo Benício, que foi Diogo e Lucas em O Clone, e Reynaldo Gianecchini (Paco e Apolo em Da Cor do Pecado). Anos antes, Nívea Maria já teve seu momento dupla personalidade em Maria, Maria (1978). Em 1981 foi a vez de Tony Ramos, em Baila Comigo, nos também históricos Quinzinho e João Victor.

Para Ricardo Linhares, os gêmeos fascinam por representar a dualidade de cada pessoa. "Ninguém é totalmente bom nem mau. Mesmo os bandidos mais cruéis têm resquícios de humanidade. Nos gêmeos da ficção, esses sentimentos ficam mais exacerbados", diz.

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