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Armando Babaioff quer construir uma carreira com ator

16 de dezembro de 2007 15h10 atualizado às 15h15

Armando Babaioff interpreta Benoliel em  Duas Caras. Foto: Jorge Rodrigues Jorge/TV Press

Armando Babaioff interpreta Benoliel em Duas Caras
Foto: Jorge Rodrigues Jorge/TV Press

A mãe de Armando Babaioff sempre o chamava para assistir à abertura de Renascer, de Benedito Ruy Barbosa. Ela dizia que o filho devia prestar atenção ao verso "Nada cai do céu, nem cairá", entoado durante oito meses por Ivan Lins. Armando cresceu, mas não esqueceu das palavras.

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Aos 14 anos, ele entrou num grupo de teatro universitário na cidade fluminense de Niterói, o que o incentivou a ler a obra completa de Nelson Rodrigues ainda na adolescência. Sua primeira grande oportunidade foi no teatro, quando dividiu a cena de A Primeira Noite de Um Homem com Vera Fischer, em 2004.

Na TV, estreou na pele do "bad boy" Felipe, em Páginas da Vida, de 2006. Hoje, ele concilia o último período da faculdade de Artes Cênicas com a atuação em Duas Caras, na qual interpreta o boa-vida Benoliel. "Meu objetivo não é conseguir papéis, mas sim poder dizer que tenho uma carreira quando chegar à velhice", esclarece, completando que se mira no exemplo de Paulo Autran para chegar lá.

Nome: Armando Babaioff.
Nascimento: 1º de abril de 1984, em Recife, Pernambuco.
O primeiro trabalho na TV: Felipe, de "Páginas da Vida".
Sua atuação inesquecível: Poliano, na peça "Sonata dos Loucos", de Gilsérgio Botelho.
Personagem que mais teve retorno de público: Felipe, de "Páginas da Vida". "Arranhavam meu carro, ganhava bolsadas na rua". Momento marcante: "Quando passei no teste para viver Benjamim em "A Primeira Noite de Um Homem", de Charles Webb". A que nunca assistiria: Programas religiosos.
O que falta na televisão: Investimento em produções brasileiras.
Ator favorito: Paulo Autran.
Atriz predileta: Marília Pêra.
Com quem gostaria de contracenar: Ney Latorraca.
Novela preferida: "Que Rei Sou Eu?".
Canção inesquecível de trilha sonora: "Confins", de Batacoto, tema de abertura de "Renascer".
Vilão inesquecível: Odete Roitman, em "Vale Tudo".
Par romântico: Glória Menezes e Arlindo Lopes em "Ensina-me a Viver", adaptação do filme de Colin Higgins, em espetáculo dirigido por João Falcão.
Papel que gostaria de representar: Rei Lear na peça homônima, de Shakespeare. Filme: "Central do Brasil", de Walter Salles.
Livro de cabeceira: "A Sombra do Vento", de Carlos Ruiz Zafón. "É o que estou lendo agora".
Autor predileto: Caio Fernando Abreu.
Diretor: O espanhol Pedro Almodóvar.
Uma mania: De dormir com três travesseiros.
Medo: De não conseguir fazer tudo o que quero.
Projeto: Passar três meses fazendo "mochilão" pela Europa.

TV Press