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Paris Jackson é obrigada a testemunhar mesmo internada

19 jun 2013
09h04
atualizado às 09h08
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Paris Jackson, de 15 anos, teve que testemunhar em uma ação movida pelos Jackson nesta terça-feira (18), mesmo estando internada e se recuperando, após uma tentativa de suicídio. O processo contra a AEG Live diz respeito à morte do Rei do Pop.

<p>Paris Jackson</p>
Paris Jackson
Foto: Getty Images

A guardiã legal de Paris, sua avó Katherine Jackson, e outros membros da família, movem uma ação contra a companhia por ter falhado em investigar Conrad Murray, médico condenado a quatro anos de prisão por homicídio culposo pela morte de Michael. O cantor faleceu por overdose de Propofol.

Jessica Stebbins Bina, advogada da AEG, colocou Paris ao vivo, direto do Ronald Reagan UCLA Medical Center em Los Angeles, revelando o motivo pelo qual Michael demitiu a babá Grace Rwaramba.

"Meu pai não gostava dela... Ela ficava xeretando. Ela não era uma pessoa honesta e mentia muito", disse a menina, que tem um irmão mais velho, Prince, 16, e um mais novo Blanket, 11. 

"Um dia quando eu e meu irmão éramos bem pequenos, antes de Blanket nascer, ela ligou para o hotel e disse que era esposa dele e deixaram ela entrar. Quando ele acordou, ela estava na cama dele... Ela era obcecada por ele. É o que ele nos contou... Ela era meio esquisita."

Confrontada pela advogada sobre o motivo pelo qual  seu pai não teria dispensado a babá, Paris respondeu: "Ele a demitiu,  mandou ela para a Índia, mas ela voltou".

Advogados da família Jackson, que insistiram que a menina não deveria testemunhar, acreditam que a pressão da AEG contribuiu para a morte de Michael, em junho de 2009, duas semanas antes da estreia da turnê This Is It, em Londres.

Prince, irmão de Paris, também está listado como potencial testemunha no julgamento, que está na sexta semana.

Entenda o caso
Paris Jackson, filha do cantor Michael Jackson, foi hospitalizada às pressas após uma tentativa de suicídio, na madrugada do dia 5. Segundo fontes ouvida pelo site TMZ, não é a primeira vez que ela tenta tirar a própria vida - mas, sem dúvida, a nova tentativa é bem mais séria do que as anteriores. A informação foi confirmada pela mãe da garota, Debbie Rowe.

A ligação para a emergência foi realizada à 1h27. Nela, o atendente foi avisado que o caso era de uma possível overdose. No entanto, fontes ligadas aos paramédicos afirmaram ter constatado múltiplos cortes nos pulsos da garota de 15 anos. A emergência chegou à casa onde mora Paris com a família, em Calabasas, no Estado da Califórnia, cerca de meia hora depois do telefonema, às 2h.

No início da tarde, o advogado de Katherine Jackson, mãe de Michael, disse ao TMZ que a menina estava "bem fisicamente e recebendo os cuidados médicos necessários". "Ser uma jovem sensível de 15 anos é difícil para qualquer um. Fica ainda mais complicado quando se perde pessoas próximas", comentou.

Em comunicado, os irmãos de Jackie, Marlon e Tito, irmãos do rei do pop, agradeceram a imprensa pela preocupação e pelo apoio a Paris e garantiram: "ela está a salvo e passa bem". O advogado de Katherine Jackson também se pronunciou, dizendo que "Paris está fisicamente bem e recebendo a atenção médica apropriada".

Além dos cortes nos pulsos, a suspeita de suicídio tem bastante a ver com o recente comportamento da menina, cada vez mais perseguida por paparazzi devido à sua proximidade com o rei do pop. Na noite do dia 4, horas antes de ter sido levada ao hospital, ela postou em sua página no Twitter mensagens de tristeza e um trecho da canção Yesterday, de Paul McCartney - "ontem, todos os meus problemas pareciam tão distantes, agora parece que vieram para ficar".

Uma pessoa próxima à família Jackson afirmou que, na noite de terça, Paris foi proibida de ir a um show do cantor Marilyn Manson - ele se apresenta em Los Angeles no dia 6. Após ouvir o veto, a garota teria corrido ao seu quarto, batido a porta com força e ficado lá, sem mais conversar com ninguém.

Em pronunciamento, o advogado da mãe de Paris, Eric George, disse: "nós apreciamos os pensamentos a Paris neste momento e o respeito de todos à privacidade de sua família".

Debbie Rowe foi casada entre os anos de 1996 e 1999 com Michael Jackson, com quem teve dois filhos - Prince Michael, em 1997, e Paris, em 1998. O cantor, morto em 2009 após uma overdose de anestésicos, ainda teve um terceiro filho, em 2002, Prince Michael II, apelidado de Blanket. Até hoje não foi divulgada identidade de sua mãe.

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