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Sites criticam gafe de Rafael Cortez com elenco de OITNB

Entrevista do repórter do 'CQC' recebeu repercussão negativa. Ele se defendeu pelo Facebook, negando conotação machista das perguntas

19 jun 2015
13h39
atualizado em 22/6/2015 às 17h39
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É claro que a entrevista que Rafael Cortez fez com parte do elenco de Orange Is The New Black não passaria despercebida pela imprensa internacional. Munido de perguntas confusas sobre supostas brigas no set de filmagens, Rafael incomodou as atrizes Natasha Lyonne, Samira Wiley e Uzo Aduba e recebeu repercussão negativa em veículos estrangeiros.

Uzo Aduba, Natasha Lyonne e Samira Wiley foram entrevistadas pelo CQC em visita ao Brasil
Uzo Aduba, Natasha Lyonne e Samira Wiley foram entrevistadas pelo CQC em visita ao Brasil
Foto: Instagram: @nlyonne / Divulgação / Reprodução

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"Deve ser difícil trabalhar 'naqueles dias' pra vocês, duas mulheres tão lindas. Vocês devem ficar bravas, furiosas, e começam a brigar", insinuou o repórter, que avisou anteriormente nunca ter participado de uma entrevista naquele formato. A revista Cosmopolitan destacou as respostas de Natasha e Samira, que apontaram a inclinação machista da pergunta.

Já o site Digital Spy disse que talvez essa seja a última entrevista de Rafael Cortez em uma coletiva. O portal Irish Examiner também publicou uma série de posts de brasileiros no Twitter, endereçados às atrizes, pedindo desculpas em nome do comediante.

O Huffington Post ainda mencionou a dificuldade de alguns entrevistadores entenderem que o protagonismo feminino deveria ser discutido pelo viés da trama, não pela beleza das atrizes.

A gafe também foi comentada pelo próprio Rafael, que se defendeu em seu Facebook, dizendo que o CQC recebeu consentimento para fazer a entrevista em tom de comédia. "Elogiei atrizes que são bonitas. E quem disse que esse tipo de galanteio invalida seus talentos, profissionalismo e engajamentos?", questionou.

Rafael ainda afirmou que o ponto da confusão foi que não soube formular bem sua pergunta a respeito da dificuldade de mulheres trabalharem nos dias de menstruação. "Sou aberto às críticas que têm fundamento, mas não acho correto que tentem colocar conceitos ridículos como o machismo e a misoginia na minha boca ou no meu caráter. São dois tipos de câncer moral que não passam pela minha vida, pela vida dos meus amigos e pela minha história. De todo modo, quero deixar claro que minha intenção jamais foi ofender qualquer uma das entrevistadas ou qualquer pessoa que tenha assistido à entrevista. Bola pra frente e olho nos reais inimigos da sociedade. Há um monte deles por aí. Eu, definitivamente, nao sou um", concluiu.

 

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Fonte: Terra

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