|
A escritora britânica J.K Rowling protestou contra as críticas que foram publicadas nesta quinta-feira em vários jornais americanos, entre eles o New York Times, sobre Harry Potter e as Relíquias da Morte, o último volume da saga que será colocado à venda à meia-noite desta sexta-feira.
» Veja fotos de Harry Potter e a Ordem da Fênix
"Fiquei estupefata que alguns jornais americanos tenham decido publicar críticas do livro, em total desprezo aos desejos de leitores, particularmente as crianças que querem saber o desenlace por eles mesmos", afirmou a escritora em um comunicado.
O jornal New York Times publicou uma crítica do livro, assinada por Michiko Kakutani, o crítico literário mais influente dos Estados Unidos.
Em sua crítica, Kakutani afirma ter adquirido uma cópia da obra numa livraria de Nova York.
Em função disso, a editora britânica da série Harry Potter, a Bloomsbury, expressou sua consternação com a ruptura, nos Estados Unidos, do embargo de venda imposto sobre Harry Potter e as Relíquias da Morte.
"A Bloomsbury Publishing ficou muito consternada ao inteirar-se, na noite de ontem, de que um pequeno número de exemplares de Harry Potter e as Relíquias da Morte foram vendidos nos Estados Unidos", afirma o comunicado da editora de Londres.
A editora Scholastic, que publica a série nos Estados Unidos, está decidida a processar um de seus distribuidores por ter enviado centenas de cópias do livro antes do prazo oficial de seu lançamento.
O último volume da bem sucedida série será lançado em sua edição em inglês às 0h01, horário de Londres, simultaneamente em todo o mundo, exceto nos Estados Unidos, Canadá e México, onde deve ser vendido um minuto depois da meia-noite de sexta-feira, hora local.
|