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| Casal, de 1958, está na mostra |
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Será aberta nesta sexta-feira, dia 7, no Museu de Arte Moderna de São Paulo, a exposição Antonio Henrique Amaral: Gravuras 1957-1971. São 80 linogravuras, xilos, gravura em metal e oito matrizes, produzidas entre os anos 50 e 70. Também será lançado, nesta quinta-feira, na aberura para convidados, um catálogo referente aos 48 anos de carreira do artista paulistano.
A maior parte dos trabalhos apresentados, produzidos entre os anos 50 e 70, passam a integrar o acervo do MAM. O museu terá 25 linogravuras e 25 xilogravuras de Antonio Henrique Amaral.
A exposição revela o perfil de gravador de Antonio Henrique Amaral, conhecido do público pelas suas pinturas de grande dimensões e principalmente da série Bananas, que o tornou célebre na história recente da arte brasileira.
As obras expostas, escolhidas pela curadora Maria Alice Milliet, têm enfoque político, além dos apelos amoroso, erótico e fantástico. Influências picassianas e de seus mestres, Lívio Abramo (1903-1992) e Shiko Munakata (1903-1975), também podem ser percebidas nas obras.
Uma "pérola" da exposição é a linogravura Casal, de 1958, que estampou o convite da primeira mostra do artista, realizada também no MAM.
Serviço
Antonio Henrique Amaral: Gravuras 1957-1971
Local: MAM - Sala Paulo Figueiredo
Horários: de 7 de maio a 25 de julho de 2004. Segundas, terças, quartas e sextas-feiras, das 12h às 18h, quintas-feiras, das 12h às 22h, e sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h
Ingressos: R$ 5,00 (estudantes pagam meia). Sócios do MAM, crianças até 10 anos e adultos com mais de 65 anos não pagam entrada. A entrada é franca às terças-feiras, durante todo o dia, e às quintas-feiras, a partir das 17h
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