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Arte e Cultura
Terça, 14 de outubro de 2008, 19h28  Atualizada às 20h49
Crise vai reduzir orçamento da Cultura em 2009, diz ministro
 
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A crise financeira mundial vai impactar negativamente o orçamento da Cultura para 2009, disse nesta terça-feira o ministro da pasta, Juca Ferreira.

Segundo ele, o aumento de 20% previsto para o exercício de 2009 não vai se concretizar, e a perspectiva é que o orçamento da Cultura fique estacionado em R$ 800 milhões (valor de 2008).

Ferreira afirmou que nas discussões orçamentárias para o ano que vem há um movimento no Congresso Nacional para que o governo reduza seus gastos em 2009 para enfrentar a crise, o que implicaria em corte nas verbas dos Ministérios.

"Há uma tendência de tomar precauções para além do que a realidade está determinando. Isso significa uma redução de gasto público e, certamente, afetará os orçamentos ministeriais. O Congresso acha que o governo devia se adiantar e reduzir gasto para garantir reservas e superávit", disse o ministro a jornalistas.

Para Ferreira, o ideal para enfrentar a crise mundial seria trabalhar com a política de contingenciamento. "Você não faz o gasto se houver qualquer tipo de insegurança, mas à medida que a situação for melhorando você libera os recursos."

A esperança do ministro é que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou em várias oportunidades que as áreas social e cultural são prioritárias. "Acho que seremos poucos afetados porque a cultura se insere no campo social. Tenho expectativa de que o corte não seja significativo. Se não reduzir já será positivo", avaliou.

Para superar os efeitos da crise sobre o orçamento de 2009, Juca Ferreira admitiu que pedirá socorro às empresas públicas e privadas do país. "Nós sempre batemos na porta das empresas... talvez tenhamos, com a crise, que bater com mais carinho", comentou.

O gerente executivo de comunicação institucional da Petrobras, Wilson Santa Rosa, anunciou nesta terça-feira a liberação de mais R$ 40 milhões para projetos culturais que serão avaliados e escolhidos pelo ministério em concorrência pública. Outros 38 milhões já tinham sido liberados pela estatal esse ano, segundo Ferreira.
 

Reuters

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