Michael Crichton morreu em LA
Foto: Getty Images
Em comunicado publicado no site do canal Entertainment Tonight, a família do autor e produtor de filmes, que vendeu mais de 150 milhões de exemplares de suas obras, explica que Crichton, lutava contra um câncer não especificado.
"O mundo o conhecia como um grande contador de histórias que desafiou nossas noções preconcebidas sobre o mundo que nos cerca e nos entreteve enquanto fazia isso", sustenta o comunicado.
"Sua mulher Sherri, sua filha Taylor, família e amigos conheceram Michael Crichton como marido devotado, pai carinhoso e amigo generoso, que inspirou cada um de nós para lutar e ver as maravilhas de nosso mundo através de novos olhos", acrescenta a nota. "Fez isto com um sentido do humor irônico que aqueles que tiveram o privilégio de conhecê-lo jamais esquecerão", conclui o comunicado.
No site de Michael Crichton explica-se que ele "morreu de forma imprevista" após uma "batalha privada e valente contra o câncer".
Crichton nasceu em Chicago e cresceu em Roslyn, Nova York. A inspiração para escrever veio de seu pai, que era jornalista.
O escritor até começou a estudar inglês na Universidade de Harvard, mas desistiu do curso pois estava desiludido com as normas pedagógicas. Depois, passou a ser estudante de medicina, sempre escrevendo secretamente seus romances.
Um deles, Um caso de necessidade, tinha referência às pessoas da Harvard Medical School. Ele escreveu o texto sob o pseudônimo Jeffery Hudson, porém teve de contar sua real identidade depois que a obra ganhou um prêmio que precisava ser recebido pelo próprio autor.
Após abandonar a medicina, no início dos anos 70, Michael Crichton mudou-se para Hollywood e passou a escrever filmes.

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