| Rogério Lorenzoni/Redação Terra |
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| Lula, acompanhado da primeira-dama dona Marisa, seca o suor no rosto. O forte calor surpreendeu a cidade na noite de sábado |
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou da solenidade de abertura - para convidados - da 26ª Bienal de Arte de São Paulo, na noite de sábado (25), dizendo que o acesso gratuito propicia a democratização da cultura. Segundo ele, a cada dois anos, milhares de pessoas têm a oportunidade de sair do seu "mundo cotidiano" e ter a chance de enriquecer a sua sensibilidade. A Bienal foi aberta ao público neste domingo, com entrada gratuita.
Especial 26ª Bienal de São Paulo
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"É por isso que estendo os meus parabéns para os artistas, organizadores e parceiros públicos e privados que permitiram que, pela primeira vez, não fossem cobrados ingressos para visitas a esta exposição. Esta decisão só tornará mais verdadeiro o tema da bienal. Estamos em um 'Território Livre', um território onde a nossa arte e a de todos os países convivem em harmonia, sem fronteiras que as delimitem e onde cada cidadão, sem poder pagar ou não uma entrada, poderá expandir os seus horizontes", disse o presidente na abertura da bienal, ao lado de Dona Marisa Letícia.
Lula afirmou ainda que, em seu governo, a atividade cultural não é vista como privilégio de um povo mas como a soma de atos expressivos, em que se inscreve a sua capacidade inventiva. Considerou ainda que o Estado está retomando o seu lugar e o seu papel na promoção da cultura e que o Brasil "aprendeu a reconhecê-la como um campo de inclusão social e de realização plena da cidadania, como base da identidade de um povo e como setor dinâmico da economia, gerando emprego e renda".
Para o presidente, é a cultura que define a "cara do Brasil, o recado de vida, liberdade e solidariedade para o mundo". Um recado que, segundo ele, estaria sendo "bem dado" com a 26ª Bienal em São Paulo.
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