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Miss Brasil: candidata conta que já morou em tribo indígena com o pai

26 set 2013 10h55
| atualizado em 28/9/2013 às 11h22
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<p>Miss Amazonas posa com a Miss Pará e a Miss Minas Gerais no Mineirão</p>
Miss Amazonas posa com a Miss Pará e a Miss Minas Gerais no Mineirão
Foto: Bruno Santos / Terra

Quem vê Tereza Azêdo desfilando pelas atividades do Miss Brasil, não imagina que ela já teve experiências bem diferentes durante seus 22 anos. A atual Miss Amazonas contou em entrevista ao Terra que já viveu em uma aldeia indígena em seu Estado, quando era mais jovem.

"Foi incrível. Meu pai é indigenista, ele trabalha na Funai há muito tempo e achava interessante eu e meu irmão termos um contato com o povo indígena, para a gente conhecer mais. Até porque é o trabalho dele, era importante. Então, ele fez o convite: 'você não quer passar um tempo com a gente?'. Eu disse que queria. Fui e morei três meses. Foi uma experiência maravilhosa", afirmou.

Tereza disse que nem sempre foi fácil se inserir em uma cultura completamente diferente da sua. "A princípio foi (difícil), porque sabe como é, a gente foi criado com televisão, computador, e eu tive que ficar afastada de tudo isso e só curtir essa vidinha, assim, bem pacata, de acordar cedo", contou.

"O pior era ir ao banheiro. O banheiro era horrível, porque era bem afastado e era um buraco assim no meio do chão. Não dava para ter vontade de fazer xixi de madrugada, porque não tinha condições. Tem bicho, tem tudo. Agora o melhor foi a experiência mesmo, tinha praia, conviver com o povo indígena é maravilhoso", completou.

Por conta do pai, ela até chegou a pensar em outra profissão: Tereza Azêdo é arquiteta. "Eu gosto bastante (do tema indígena). Até pensei uma época em fazer antropologia, mas depois eu acabei me interessanto por arquitetura mesmo".

O desejo de ser miss veio depois da profissão ser devidamente escolhida. "Eu sou arquiteta. Nunca tive vontade de ser miss. Aconteceu naturalmente e aí eu resolvi abraçar, agarrar a oportunidade. E eu estou adorando. Depois que eu virei miss, me apaixonei. É meu foco principal, no momento, ser Miss Brasil".

A miss contou também que um dos principais ensinamentos que vai tirar do concurso é a experiência de conviver diariamente com 27 mulheres."Só de estar aqui é uma experiência enorme. Tem que aprender a conviver uma com a outra. Aceitar a personalidade da outra. Acho que isso é o principal, a paciência. Acho que vou sair daqui uma outra pessoa, acho que eu já me tornei uma outra pessoa", opinou.

"As meninas são muito inteligentes. Eu admiro todas. Só entende mesmo quem passa por isso. São todas muito dedicadas, está sendo uma experiência maravilhosa. Somos muitos amigas. São 17 dias confinadas, juntas, todos os dias. Uma ajuda a outra. Se a gente vê que a maquiagem da outra está borrada, a gente avisa. Até porque é pelo bem do concurso. Todas tem que estar bonitas", completou.

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Fonte: Terra
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