publicidade
14 de fevereiro de 2014 • 07h57 • atualizado às 11h40

'Em Família': após 20 anos, Laerte e Helena se reencontram e trocam tapas

Laerte (Gabriel Braga Nunes) vai brigar com Helena (Julia Lemmertz)
Foto: TV Globo / Divulgação
 

No enterro de Itamar (Nelson Baskerville), Helena (Julia Lemmertz) e Laerte (Gabriel Braga Nunes) se reencontram após 20 anos, na trama de Em Família. A leiloeira vai ao clube onde se formou e, ao ver o primo no local, sai apressada, quase correndo. As informações são do jornal Extra.

Ele a segura pela mão. "Me larga!", grita. "Olha pra mim!", pede o músico. Ela vira o rosto e diz que não sabe quem ele é. Laerte a chama de Leninha. "Não sou Leninha! Sou Helena. Leninha eu sou pra minha família, pro meu marido", afirma.

Laerte explica que não a seguiu e só foi até o clube para relembrar o passado. "Não vim aqui pra lembrar! Vim pra esquecer! Pra esquecer o tempo maldito que vivi aqui, neste salão, nesta cidade. Maldito por sua culpa. Maldito como você! Por isso estou aqui", diz Helena. "E eu vim para pedir perdão", rebate Laerte. "Não tem perdão o que você fez. E mesmo que tivesse eu não te perdoaria!", grita a prima.

Laerte afirma que pode ajoelhar diante dela. "Não se ajoelhe. Já fez isso outras vezes, não lembra? Não lembra o papel ridículo que fez na Escola Normal na frente de todo mundo?", questiona. Laerte fala que fez de coração. A leiloeira diz que não adiantou nada porque na primeira oportunidade ele tentou matar o melhor amigo deles.

O músico explica que não quis matar Virgílio (Humberto Martins). Helena resolve ir embora e ele a pega pela mão. Irritada, a prima lhe dá um tapa. "Me larga, já falei! Não toca em mim! E não se atreva a se aproximar da minha filha. Ouviu bem? Tenho nojo de você", berra. Laerte a segura com firmeza e os dois ficam cara a cara. "Não! Vai ouvir também! Pensa o quê? Que é melhor do que os outros?", pergunta.

Ele torce o braço dela. "Tem que aprender a ouvir! Que tanta raiva você tem de mim? Você foi minha parceira no crime que eu cometi! Provocou sempre, me atirou contra o Virgílio, se exibiu diante da cidade inteira como uma mocinha com dois idiotas apaixonados!", acusa. "Não é verdade! E não tem que se lembrar disso agora. Reclamasse na ocasião!", rebate Leninha.

Laerte avisa que sempre reclamou e que brigou muitas vezes por causa disso. "Meus dois amores! Não era o que você dizia, de braço dado com nós dois!", lembra. Helena fala que era uma brincadeira. "Brincadeira que deu no que deu! E você nunca escondeu de ninguém o prazer que sentia em ser amada por dois! Em ter dois aos seus pés!", rebate. "Me larga! Já ouvi essa lenga lenga de muita gente, principalmente da sua mãe! Solta a minha mão, Laerte!", diz Helena.

"Ah, falou o meu nome! Está melhorando!", debocha. "Demônio é o seu nome!", diz a prima, irritada. "Pretensiosa é o seu! Reinava em toda a cidade, gostava de bancar a princesa! De pisar no meu coração e no coração do Virgílio! Dizia que eu era doente de ciúme! Mas você gostava do meu ciúme, se sentia valorizada, a mais bonita, a mais desejada da cidade!", acusa.

Ela consegue se soltar e se afasta dele. "Fica longe de mim! Pense o que quiser, mas fica longe! Longe da minha filha e da minha famíia! Odeio você! Hoje mais do que nunca!", fala. "Não está preparada para ouvir a verdade! Só para ser adulada! Você não passa de filhinha do papai e da mamãe! Vaidosa e vazia!", diz.

Helena dá mais uma bofetada no primo e recebe outra em troca. A mãe de Luiza (Bruna Marquezine) fica surpresa. "Não admito que me faça de idiota!", fala o flautista. Ela pergunta como ele teve coragem de bater nela. "Por quê? Acha que só você, por ser mulher, tem esse direito?", pergunta.

"Você me paga! Não vou esquecer essa bofetada nunca!", diz. Irritada, Helena manda ele correr para Verônica (Helena Ranaldi), que está cheia de ciúme. "Boba. Engana-se. Não é de você que ela tem ciúmes! Ela sabe que você é apenas uma lembrança. É da sua filha que ela tem ciúmes! Da Luiza!", debocha.

Helena parte para cima dele. Laerte a imobiliza. "Acalmou?", pergunta, cheio de ironia. "Engoli! Mas vou botar pra fora. É só esperar!", diz, dando outro tapa no primo antes de sair. Ele fica sozinho. Irritado, soca a parede.

Terra