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Traficada de 'Salve Jorge' diz que papel foi inspirado em caso real

10 mai 2013
22h09
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Fazer comédia requer certas técnicas. Mas, para algumas pessoas, trabalhar com o humor parece ser algo natural. Este é o caso, por exemplo, de Flávia Guedes. Atualmente no ar na pele da descontraída Salete de Salve Jorge, ela consegue deixar a personagem, que chegou a ser escravizada na Turquia, mais leve e engraçada. Convidada pela própria Gloria Perez para integrar o elenco da novela, seu papel foi inspirado em um caso real de tráfico humano. 

Flávia Guedes interpreta Salete na trama das 21h
Flávia Guedes interpreta Salete na trama das 21h
Foto: Jorge Rodrigues Jorge/Carta Z Notícias / TV Press

Mas que, diferentemente da maioria, acabou com um final feliz. "Assim como a minha personagem, a mulher que inspirou a Salete também conheceu o amor da sua vida no país em que foi escravizada. Elas tiveram sorte", explica. Natural da pequena cidade de Jataí, em Goiás, Flávia se mudou para o Rio de Janeiro aos 17 anos de idade com o objetivo de estudar teatro. Assim, a atriz se formou em Artes Cênicas pela CAL – renomada escola carioca de interpretação – e, antes de estrear na TV, já se destacava nos palcos.

Foi o espetáculo O Surto, inclusive, que abriu as portas para ela na televisão. "A gente estreou O Surto em 2003 e, como a peça virou uma obra 'cult' na época, todos os produtores de TV foram assistir. Então, a partir disso, passei a ser convidada para trabalhos na TV", relembra.

Nome: Flávia Leite Guedes.
Nascimento: em 29 de maio de 1979, em Jataí, Goiás.
Primeiro trabalho na TV: "foi na minissérie Um Só Coração, de Maria Adelaide Amaral e Alcides Nogueira".
Sua atuação inesquecível: "eu gosto muito da Aspásia da novela Araguaia".
Interpretação memorável: "a Adriana Esteves como Carminha, em Avenida Brasil".
Momento marcante na carreira: "quando eu fui indicada ao 13º Prêmio Contigo!, na categoria revelação".
O que falta na televisão: "acho que a TV tem de tudo, no momento não falta nada".
Com quem gostaria de contracenar: "eu gostaria muito de contracenar com Marília Pêra e Fernanda Montenegro".
Se não fosse atriz, o que seria: "infeliz, porque não sei fazer outra coisa. Se a minha carreira não der certo, vai ser complicado".
Humorista: Jim Carrey.
Novela preferida: Pedra Sobre Pedra, assinada por Aguinaldo Silva, Ana Maria Moretzsohn e Ricardo Linhares.
Cena inesquecível na TV: "quando eu contracenei com a Laura Cardoso em Araguaia, porque eu realmente perdi o controle e tive uma crise de choro".
Melhor abertura de novela: "a abertura da primeira versão de Ti-Ti-Ti com todas aquelas agulhas". 
Vilão marcante: "a Carminha de Avenida Brasil".
Personagem mais difícil de compor: "fiz uma peça chamada Marat Sade, em que eu interpretava uma mulher esquizofrênica e, na época, tive de ir a hospícios para estudar a personagem".
Papel que mais teve retorno do público: "a Aspásia de Araguaia".
Melhor bordão da TV: "'e o salário, ó!', do Chico Anysio".
Melhor programa de humor: "mesmo que já tenha chegado ao fim, eu gosto muito de Friends".
Que novela gostaria que fosse reprisada: Pedra Sobre Pedra, de Aguinaldo Silva, Ana Maria Moretzsohn e Ricardo Linhares.
Que papel gostaria de representar: "queria fazer a Tieta".
Par romântico inesquecível: "Potira e Jerônimo, interpretados por Dira Paes e llya São Paulo, na segunda versão da novela Irmãos Coragem".
Com quem gostaria de fazer par romântico: Vladimir Brichta.
Filme: O Silêncio dos Inocentes, dirigido por Jonathan Demme.
Autor predileto: "é sempre o do trabalho atual".
Diretor favorito: Marcos Schechtman.
Livro: "no momento eu estou lendo o Carcereiros, do Drauzio Varella".
Vexame: "eu já caí do palco, já espirrei em cena, eu também confundo muito as pessoas, pago muito mico".
Um medo: "de perder gente que eu amo".
Projeto: "no futuro, quero casar e ter filhos".

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Fonte: TV Press
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